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De acordo com dados do Datafolha, em 2017, uma em cada três mulheres sofreu algum tipo de violência. A cada hora, 503 brasileiras eram vítimas de agressões físicas. As ofensas verbais atingiram 22% das mulheres, 10% delas foram ameaçadas de violência física, 8% sofreram ofensa sexual e 4% tiveram uma faca ou arma de fogo apontadas para seus rostos.

A maioria desses casos envolve os parceiros íntimos das vítimas, fator que levou a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) a lançar o curso “Violência por parceiro íntimo: definições e tipologias”, voltado aos profissionais de saúde que prestam o acolhimento às mulheres em situação de violência. A capacitação é desenvolvida em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Coordenação Nacional de Saúde do Homem (CNSH/MS).

As inscrições são gratuitas e as aulas têm início imediato. As matrículas podem ser realizadas até 31 de dezembro, neste link.

A pesquisa do Datafolha mostrou, ainda, que entre as mulheres que sofreram violência, 52% se calaram. Apenas 11% delas procuraram uma delegacia da mulher e 13% preferiram o auxílio da família. A falta de preparo e qualificação dos profissionais que acolhem essas vítimas é um dos fatores que contribuem para o silêncio das mulheres em situação de violência. “O principal objetivo é que as unidades básicas de saúde tenham subsídios para a compreensão dessa violência e, com isso, possam oferecer respostas satisfatórias, com a devida compreensão do que é uma violência e, assim, entender como essas pessoas precisam ser acolhidas”, explica Francisco Norberto, coordenador do CNSH/MS.

Fonte: Blog da Saúde/MS

 

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