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O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Regulação e Avaliação, em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UNA-SUS/UFPE), lança a terceira turma do Programa de Qualificação para Profissionais de Regulação do Sistema Único de Saúde, composto por cinco cursos: Introdução à Regulação no SUS, Regulação nas Redes de Atenção à Saúde, Regulaçãdo Acesso Ambulatorial, Regulação da Assistência Hospitalar e Regulação das Urgências.

O público prioritário é formado por profissionais de nível superior que exerçam atividades operacionais de regulação nas unidades de regulação das gestões municipais e estaduais. No entanto, a oferta também é aberta a demais interessados no tema.

As matrículas podem ser realizadas até o dia 30 de abril de 2019, pelo link.  O Programa está inserido na proposta da Política Nacional de Regulação do SUS, que compreende os processos formativos como estratégias importantes para sua consolidação, considerando, em especial, a regulação do acesso, que exige uma prática que passa por uma série de fluxos e processos que estão necessariamente interligados.

A regulação ambulatorial, hospitalar e das urgências requer uma dinâmica de processos que deve responder a um inúmero conjunto de situações de saúde, eletivas e agudas, e demanda práticas sistêmicas, organizadas e transparentes de trabalho e ação, entendendo que a condução e organização operacional desses processos são diversas e devem responder às realidades e necessidades locais. Partindo, contudo, de um modelo operacional que possa ser amadurecido e aperfeiçoado à medida da sua implantação. “Assim, este Programa apresenta não só a base conceitual da regulação em saúde e suas dimensões de Sistemas, Atenção e Acesso, mas busca introduzir a discussão técnica e operacional da regulação do acesso, visando facilitar aos profissionais o entendimento de como planejar, implantar e executar as ações de regulação nessa dimensão especificamente”, explica o coordenador-geral de Regulação e Avaliação do Ministério da Saúde, João Marcelo Barreto.

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Fonte: Blog da Saúde/MS.