Rio de Janeiro entra em estado de alerta contra o Aedes aegypti - Fiotec

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O ano de 2019 chegará ao fim com saldo negativo no combate ao mosquito Aedes aegypti. Neste ano, o número de pessoas registradas com dengue, zika ou chikungunya no Rio de Janeiro é o maior desde o surto de 2016, segundo dados fornecidos pela Secretaria Municipal da Saúde.

Em comparação a 2018, o município teve neste ano um aumento de 216% no número de casos de dengue, 76% nos casos de zika e 254% nos de chikungunya. O Rio registrou 17.637 casos de dengue em 2019, mais que o triplo do ano passado, em que houve 5.577 casos.

O número de casos de zika dobrou, até o dia 18 de dezembro foram infectadas 1.064 pessoas na cidade do Rio de Janeiro. O mais alarmante é o número de casos de chikungunya, foram 38.082 pessoas diagnosticadas com a doença. No ano passado, houve apenas 10.746 registros. O número, em 2019, é equivalente a 1 infectado a cada 13 minutos.

A chikungunya é a doença que oferece mais riscos à saúde, podendo levar a óbito. Neste ano, houve um crescimento de 380% dos casos fatais em comparação à mesma época no ano passado, contabilizando 48 mortes provocadas pela doença. Em 2018, apenas 10 pessoas faleceram no município do Rio. 

Com a chegada do verão, as condições climáticas ficam mais favoráveis ao surgimento de criadouros de Aedes aegypti. O clima quente e chuvoso é propício para a proliferação do vírus, aumentando, ainda mais, o número de pessoas infectadas. Veja aqui os cuidados necessários para combater o mosquito e os sintomas de cada uma das doenças.

Eliminar a Dengue: Desafio Brasil

O projeto da Fiocruz, apoiado pela Fiotec, “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil” tem como objetivo substituir toda a população de Aedes aegypti  pelos mosquitos com a bactéria Wolbachia, que reduz a capacidade de transmissão da dengue, zika e chikungunya.

Para saber mais detalhes do projeto, acesse o site do Wolrd Mosquito Program.